Acerte na hora do amigo Secreto

Evite gafes quando escolher o presente para a confraternização de fim de ano 

 

O amigo secreto, ou oculto, é uma tradição em muitas empresas. Mas o que deveria ser um momento de diversão, pode acabar virando uma grande dor de cabeça. Isso porque em muitos casos nem sempre é fácil escolher o presente certo para o colega de trabalho ou mesmo para o chefe.

Para evitar situações embaraçosas, o iG Empregos ouviu a consultora Lícia Egger, especialista em etiqueta corporativa e professora de pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi, de São Paulo. Confira algumas dicas.

Lista de pedidos
Criar uma lista de pedidos não é educado e sai da ideia inicial da brincadeira, que é a troca simbólica de presentes. Para não errar na escolha, busque mais informações sobre o gosto da pessoa sorteada. “Se você não tiver contato com quem tirou, vale perguntar aos colegas mais próximos e até ‘vasculhar’ sites de relacionamento”, diz Lícia.

Escolha do presente
Algumas opções são proibidas, como peças íntimas de vestuário e produtos de higiene. Pode ser uma boa saída investir em objetos decorativos para o escritório, como porta-lápis ou enfeites de mesa. Não dê livros, CDs ou DVDs caso não saiba as preferências do seu amigo secreto. Os vale-presentes são práticos, mas é preciso não abusar desse recurso. “Melhor personalizar a escolha, sempre considerando a possibilidade de troca.”

Preço
Mesmo que as pessoas da empresa recebam salários com patamares próximos, cada um possui gastos diferentes. Segundo a consultora, o aconselhável é combinar antes um valor que permita a todos participar, já que o objetivo é promover uma confraternização. “Quem tirar o chefe tem a missão de adequar o presente ao orçamento, pois todos devem ser tratados de maneira igual”, explica.

Como entregar o presente
Na hora de contar quem você tirou, o interessante é demonstrar que você se preocupou em entregar algo que combine com as qualidades da pessoa. Evite elogiar demais, destacar alguma característica física ou fazer brincadeiras com o comportamento da pessoa. “Apesar de se tratar de um momento de descontração, não esqueça que se está em ambiente de trabalho”, ressalta. “Se não souber o que dizer sobre o sorteado, conte como foi gostoso escolher o presente ou então descreva as atividades que ele realiza na empresa.”

Embalagem
Capriche no embrulho: a embalagem gera expectativa em relação ao presente. Abra na frente da pessoa que recebeu e não se esqueça de agradecer. O presente deve agradar a pessoa não pelo seu preço, mas sim pelo que representa. “O que interessa é o espírito de Natal”, observa Lícia.
 

Rachel Sciré

Portal IG, Site Empregos

 

Este programa do Fantástico de 2007 é um bom lembrete do que são as comemorações de final de ano nas empresas.

 

Como evitar gafes na festa da empresa

Os cuidados para não cometer exageros e arranhar sua imagem na confraternização de fim de ano

Andrea Giardino

 

O fim de ano já está se aproximando e as empresas já começam a realizar as tradicionais festas de confraternização. Muitas delas, regadas à bebida e comida de graça. Apesar do clima de descontração, muito cuidado. Não esqueça que você está em um ambiente profissional e é preciso seguir determinadas regras de comportamento.

Veja abaixo as dicas da consultora Lícia Egger, especialista em etiqueta corporativa e professora de pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi, para evitar gafes e não cometer exageros que podem acabar manchando sua imagem pessoal e profissional.

Acompanhante – Se o convite for restrito apenas ao funcionário, não leve, em hipótese alguma, pai, mãe, irmão, marido ou esposa. Caso a empresa permita a ida de um acompanhante, limite-se a aparecer acompanhado de uma pessoa. Não tem com quem deixar o filho? Consulte com antecedência seu chefe e veja a possibilidade de levá-lo. Se em última instância não for possível ir à festa, procure seu chefe para saber se a sua ausência não o afetará profissionalmente.

Visual – Para a consultora, a preocupação com a imagem começa com a escolha da roupa. Nada de saias curtas, decotes ou transparências, no caso das mulheres. Os homens devem ir vestidos como se fossem para alguma reunião ou evento de trabalho, como se estivessem representando a empresa. Evite ser extremamente despojado e, em ambientes mais tradicionais, prefira o traje formal. “Não precisa usar terno e gravata. Calça e camisa sociais resolvem bem”, diz. 

Horário – Evite chegar muito atrasado. O máximo de tolerância é de 15 minutos. Ficar muito na festa também não é recomendável.

Postura – Não se pode esquecer que durante as festas corporativas os funcionários estão sendo observados e analisados como no dia-a-dia de trabalho. Portanto, nada de falar mal do chefe ou de colegas. Também não critique a organização da festa. “Seja agradável e procure falar de amenidades”, aconselha.

Bebida alcoólica – Em hipótese alguma, beba demais. Caso queira se proteger de vexames, peça a um colega que o avise quando tiver se excedendo ou saindo da linha.

Paquera – O melhor é sempre ser discreto e fugir de situações embaraçosas. Lembre-se que no dia seguinte você pode ser algo de comentários na empresa que podem arranhar sua imagem. O mesmo cuidado se aplica na hora de aceitar uma carona para casa depois da festa. Se o funcionário ou funcionária for casada, sua postura exige atenção ainda maior.

Publicado no Portal IG, Site Empregos

Troca impossível

O que você faz quando ganha um presente que não gostou e ele veio sem etiqueta de troca?

Redação IG


Todo mundo já ganhou um presente que não agradou. Seja pelo tamanho, pelo estilo ou simplesmente pela cor, alguns presentes se tornam verdadeiros “micos” nas mãos do presenteado.

Nesses casos, trocar é a solução perfeita. Mas… E se aquele presente horroroso que você ganhou veio sem a etiqueta para troca?  

“Se eu souber de que loja vem o presente, vou até lá e tento convencê-los a fazer a troca. Se não, eu deixo em casa mesmo…” – Madalena Nunes, 46, enfermeira

“Eu deixo o presente num canto do armário, esquecido em algum lugar… Não vou querer ficar olhando para ele!” – Viviane Tudon, 41, professora

“Eu falo com a pessoa que me deu o presente! Mas não conto que odiei o presente, falo que ficou pequeno ou alguma coisa assim…”- Henrique Rodrigues, 23, hoteleiro

“Eu converso com os meus amigos, vejo se alguém quer o presente… Jamais falaria com a pessoa que me deu o presente, acho deselegante!”- Marisa Gonçalves, 50, bancária

“Eu dou o presente para alguém, sem problemas” – Mariana Chaves, 20, estudante

“Primeiro eu tento trocar na loja. Se eu conseguir, ótimo! Se não, faço uma doação ou algo do tipo…”- Luis Fernando Souza, 57, empresário

“Guardo o presente em casa e espero a oportunidade de dá-lo para outra pessoa… mas para alguém que possa gostar!” – Renata Ferreira, 32, advogada

“Tenho vários presentes guardados em casa que, por algum motivo, não foram trocados. Estamos guardando para dar para uma instituição de caridade”- Guilherme de Medeiros, 52, arquiteto

Opinião de especialista

Lícia Egger, colunista do iG e expert em etiqueta, explica que o presente tem um significado maior do que o seu valor em dinheiro e, por isso, é preciso ser delicado. “A melhor alternativa é aceitar, agradecer e guardar o presente”, recomenda. “O mais importante é não tentar repassar o presente para não criar uma corrente de presentes indesejados”.

A consultora também destaca que conversar com quem deu o presente só é uma opção se essa pessoa for muito íntima e der abertura para isso. Mesmo assim, isso tem que ser feito com cuidado para ninguém sair magoado.

Se mesmo assim você quiser repassar o presente para alguém, Lícia aconselha que faça isso com honestidade. “Explique que você ganhou, não gostou e que não é possível trocar. Aí, a pessoa que decide se fica ou não com o presente”.  

 

Publicado no Portal IG, Especial de Natal

Ao falar cuidado para não cometer erros

Saber falar corretamente é uma competência que não passa desapercebida. Pessoas que falam fluido e sem erros de português são bem vistas.

Para ajudar a não cometer gafes com a lingua este video é além de divertido uma boa lembrança do que não se deve falar.

 

 

Divirta-se com Pleonasmo

Peça “O Colar da Vida” dia 22 de novembro – grátis

A peça “O Colar da Vida” acontece no dia 22 de novembro, na Livraria da Vila
do bairro Jardins

Uma contação de histórias especial e gratuita promovida pelo Se Toque – Instituto de Desenvolvimento Social, acontece no dia 22 de novembro, sábado, na Livraria da Vila do bairro Jardins, em São Paulo e contará com a presença da idealizadora da ONG, Monica Serra.

O espetáculo tem como objetivo levar informações sobre prevenção do câncer de mama e da importância da realização da mamografia às crianças e jovens, por meio do Programa Colar da Vida.

Dia: 22 de novembro
Horário: 16 horas
Entrada: Gratuita
Local: Livraria da Vila Lorena
Al. Lorena, 1.731 – Jardins.
Mais informações no telefone (11) 3791-0143
www.setoque.org.br

Dei vexame na festa da empresa. E agora?

Leia as histórias e veja as dicas da nossa especialista em etiqueta para sair dessa saia justa

Redação IG

 

 

Nessa época do ano, muitas empresas organizam suas festas de confraternização. A ideia é ótima para reunir os funcionários em um ambiente descontraído e fazer com que todo mundo se divirta um pouco. Mas o resultado pode ser desastroso se alguém beber além da conta e perder a linha.

O que fazer numa situação dessas? Nossos entrevistados contam o que fizeram (ou fariam) depois de passar dos limites na festa da empresa:

“Uma vez, bebi demais em uma festa de fim de ano da empresa e cheguei a passar mal na frente dos meus colegas. No dia seguinte, agi como se nada tivesse acontecido, até porque eu não me lembrava muito bem, eu ainda tava meio que sob efeito da vodca. Quando entrei no recinto onde trabalhava e fui recuperando a memória aos poucos. Enquanto isso, foi uma sequência de risos. Eu não entendia muito bem do que se tratava, mas enfim…depois eu fiquei sabendo.” (Fernando Souza, publicitário)

“Se eu ficasse bêbada e não fizesse nada, não teria problemas. Afinal, todo mundo bebe! Eu tomaria um litro de café em casa e chegaria pontualmente no dia seguinte! Agora, fazer besteira na festa, eu não consigo nem imaginar. Poxa, tem que se controlar em festa de empresa!” (Roberta Amatto, advogada)

“Eu já bebi um pouco mais num happy hour com os chefes, mas não fiz nada de mais… Só que fiquei com uma ressaca enorme. No dia seguinte, aproveitei a hora do almoço para dormir no espaço de convivência da empresa.” (Cláudio Fernandes, engenheiro)

“Eu não faria nada no dia seguinte. Aliás, esperaria que as pessoas tivessem a decência de fingir que não viram.” (Pedro Carneiro, médico residente)

“Eu tentaria agir com naturalidade se não tivesse dado nenhum escândalo. Se a coisa fosse muito vergonhosa, acho que iria me desculparcom o chefe… Seria bom dar alguma satisfação, né?” (Camila Veloso, designer)

Lícia Egger, a expert em etiqueta do iG, explica o que fazer nessa situação delicada:

“Se você incomodou as pessoas, deve pedir desculpas, mas sem exagerar. Se não tiver coragem de falar com a pessoa, escreva um cartão simples e não comente mais sobre o assunto. De qualquer forma, evite prolongar o acontecimento para não ter que ficar se explicando eternamente.

Se você não incomodou ninguém, não peça desculpas, não lembre do episódio e não fale mais sobre isso. Mas se alguém fizer algum comentário ou uma piadinha, não dê corda e responda com um simpático ‘É, eu realmente aproveitei a festa’. E fim de papo.”

 

Publicado no Portal IG 15/11/2008

A primeira impressão ajuda muito

 

Paul Potts foi uma revelação, mas para conseguir ter sucesso teve que convencer o juri e a platéia que tinha uma voz competente e que era muito bom.

A aparência de Paull Potts não ajudou muito na primeira apresentação. Talvez ele tivesse recebido mais atenção do juri se sua aparência fosse melhor. Ele teve sorte porque é muito bom, mas e se essa fosse uma entrevista em que o talento pessoal só pudesse ser revelado no cotidiano?

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Me mande uma proposta…mas é URGENTE!

 

Essa é a frase que mais se ouve no mercado de trabalho. Proposta URGENTE!

Sem medir as conseqüências de um pedido desta natureza as pessoas vão movimentando o mercado de propostas.

Numa ponta estão os que têm uma leve idéia do que precisam e do outro, as empresas que precisam vender e portanto, se lançam a propor coisas mirabolantes. No meio, um bando de gente que precisa mostrar serviço.

É a indústria de propostas. Na semana passada, conversando com um amigo sobre o assunto, ele me respondeu com um ar cansado: “Tenho mais de cem propostas na rua esperando por uma resposta.”

A insensatez é tanta que depois de pedirem com urgência as propostas, muitas vezes, só para mostrar serviço, as pessoas se esquecem de posicionar a quem pediram sobre o atraso na resposta ou a negativa formal.

Para quem correu e fez das tripas o coração, para atender o eventual cliente, fica a tensão de algum dia obter a resposta.

Como se elaborar uma proposta séria fosse brincadeira e gastasse pouca energia das empresas, essa indústria causa sérios danos a credibilidade das empresas em geral.

Quem é que torce de coração para um projeto ser aceito? Dos mais calejados é difícil receber uma reação de entusiasmo, antes de ter certeza. Na maioria das vezes, as propostas são entregues só para cumprir tabela.

Para melhorar a credibilidade das empresas, é preciso que as pessoas que pedem sejam responsáveis e comecem a avaliar se de fato vão poder implementar o que está sendo pedido. Caso contrário, é de bom tom avisar com antecipação que aquilo que estão pedindo é só para mostrar serviço para o chefe ou para quem quer que seja.

Pode parecer bobagem mais imagem de seriedade e credibilidade é uma construção que passa também pelo modo como a empresa leva a sério o pedido para uma proposta.