MasterChefe Brasil é péssimo exemplo de liderança

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Outro dia conversei com um querido professor de gastronomia sobre o MasterChefe, porque assisti alguns capítulos e fiquei chocada com a grosseria com que os participantes são tratados. 

Mesmo sabendo que se trata de um programa de TV não sei porque os participantes toleram tanta estupidez. Seja como for, meu amigo querido disse que esta tudo errado naquela cozinha. Gastronomia é coisa que se faz com o coração e com benevolência.

Numa cozinha de verdade, até em momentos de loucura pode-se ouvir uma ordem dura, mas não desrespeito. Para nós, que estamos sempre preocupados em como parecer melhor aos olhos de quem nos vê, é melhor deletar o programa.

Chefe tanto faz, se é de cozinha ou de qualquer outra coisa, é quem deve dar as diretrizes de comportamento e quem comanda o clima organizacional. Portanto clima bom ou ruim é do chefe a liderança.

Senão…acabamos como a nossa presidente e todos os que a cercam, um poço de estupidez e malcriação.

Pronto falei!

Licia Egger 

Pode discutir política no trabalho? Veja cuidados para não afetar o emprego

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Governo ou oposição. Petralha ou coxinha. Impeachment ou golpe. As polêmicas no campo político têm dividido os debates (e a população brasileira em geral). Isso foi agravado nas últimas semanas, com a condução coercitiva do ex-presidente Lula pela Polícia Federal, o pedido de prisão dele e as manifestações do último domingo (13).

Mas será que essas discussões podem ir para o ambiente de trabalho?

Para Silmara Santos Adad, supervisora do curso de Etiqueta e Comportamento Corporativo do Centro Europeu, escola com cursos profissionalizantes, não há problema em falar sobre política no trabalho. “É um assunto inevitável. Afeta a vida de cada um de nós. Tudo pode ser abordado, dependendo da forma”, afirma.

A consultora de comportamento organizacional Lícia Egger concorda. “Eu acredito que neste momento não podemos desestimular pessoas a se colocarem. Estamos aprendendo o exercício político. É importante que não tenham medo de falar, mas saibam se colocar com maturidade, educação e respeito ao outro”, diz.

Paixão pode cegar

As especialistas defendem que o mais importante é manter o respeito e a educação à opinião dos outros. Caso contrário, isso pode prejudicar sua imagem no ambiente de trabalho.

“A parte comportamental respinga na profissional. Passa uma imagem radical, de que não sabe dialogar, não respeita a opinião do outro”, afirma Silmara Adad.

“As pessoas muito passionais, muito apaixonadas, têm tendência a serem vistas dessa forma, que não têm meio-termo, não têm tranquilidade. A paixão pode levar ao pecado de cegar o olhar”, diz Lícia Egger.

Fale só na hora certa

Além da forma, antes de se posicionar sobre um assunto político é preciso saber se o ambiente permite isso. “A manifestação é direito de todos, o que precisa é ter senso de oportunidade, perceber o que é próprio do momento”, diz Lícia Egger.

Ela afirma que é preciso ter atenção ao ambiente, principalmente em um lugar onde as opiniões são diferentes da sua. “Sempre que alguém opina de maneira contrária, a tendência é o outro não gostar”, diz. Ela compara com uma discussão sobre futebol. Cada um tem o seu time, e é inútil tentar convencer o outro a mudar.

“Se seu chefe tem opinião totalmente diferente da sua, pode ser melhor ficar quietinho”, diz Adad. “Às vezes não precisa falar, perceba o ambiente. Por que vou levantar uma bandeira, colocar o holofote em mim?”

Não fuja de perguntas

Da mesma maneira que colocar sua posição de forma desrespeitosa ou intransigente pode queimá-lo profissionalmente, não ter opinião alguma também é ruim, dizem as especialistas. Se um chefe ou colega perguntar o que acha do momento político, é preciso falar alguma coisa.

“Pega muito mal um adulto, profissional, que não sabe o que está acontecendo, não tem opinião formada. É um risco”, afirma Lícia Egger. “Em determinadas ocasiões, é até melhor se colocar de maneira contrária, mas com lucidez, explicar. Ficar fora do jogo não é boa medida.”

Segundo a consultora, uma forma de responder é falar sempre o que considera melhor para o bem do povo, do país. “Quando a pessoa se coloca desse jeito, tem uma possibilidade maior de ser bem vista, ser vista como uma pessoa que pensa no bem (de todos).”

Cuidado com demissão

Não custa lembrar, mas ter calma durante as discussões não é apenas uma questão de preservar a boa imagem profissional, mas também de manter o emprego, principalmente em casos extremos. Agressões físicas ou verbais a colegas de trabalho podem levar à demissão por justa causa.

Do UOL, em São Paulo 15/03/201606h00

http://economia.uol.com.br/…/pode-discutir-politica-no-trabalho-veja-cuidados…

Stress no ambiente de trabalho o que fazer

Todo cuidado é pouco com o endereço das suas mensagens

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Uma mulher, que não foi identificada, teria acidentalmente enviado ao chefe uma foto em que um de seus seios está à mostra. A imagem foi mandada pelo aplicativo Snapchat.

Segundo as informações do “Mirror”, o destinatário original seria um homem em quem a garota estaria interessada. “O que você está perdendo este fim de semana”, escreveu a moça na legenda da imagem.

Ainda de acordo com a publicação, o chefe teria respondido com a imagem de um bilhete escrito por ele no qual explica para a mulher que ela tinha se enganado e pede que ela seja mais cautelosa daqui pra frente. “Olá, você provavelmente não quis enviar isto para mim, mas, por favor, seja cuidadosa. Eu sou o seu chefe”, dizia a mensagem.

Artigo publicado na UOL dia 1/10/2015 

 

No que dá um decote em reunião

 

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Outro dia um amigo, diretor de multinacional, confessou que quando uma funcionária participava de uma reunião com roupa decotada, os homens , inclusive ele, pensavam mais devagar e perdiam com facilidade a concentração.

Achei graça na confissão. Afinal, ouvimos dizer a toda hora que conforme as pessoas vão se desenvolvendo profissionalmente manter a lucidez e um certo distanciamento racional passa a ser competência básica para uma boa gestão.

Pois é, para quem não sabe, mulheres com perfil sedutor têm mais dificuldade para crescer nas empresas. Os homens temem a sedução no trabalho.

Segundo meu amigo, pessoa seríssima, a visão de um decote atordoa e acaba causando mal-estar entre os presentes, até mesmo entre as mulheres.

Conclusão? Se você é mulher e quer progredir profissionalmente seja discreta com os seus atributos físicos, além de mais elegante não desperta a ira dos deuses.

Licia Egger

 

Meu ouvido não é penicooo!

Ontem eu estava tranquila numa fila para pagar um café quando uma moça já passadinha que estava atras de mim, soltou a seguinte pérola bem alto: ” Porra meu, ela fica dando o rabo para todo mundo! ” Juro que tomei o maior susto. Eu estava tão desavisada que soltei um: ” OHHH! ” . A moça passadinha ao invés pedir desculpas, olhou nos meus olhos e falou: “Que foi você nunca ouviu que alguém dá o rabo? “. Fiquei com medo e decidi não responder nadinha.

Não é a primeira vez que o meu ouvido vira penico, ando mesmo é com a impressão que nos últimos tempos algumas pessoas acreditam que palavrão e frases de baixo calão fazem parte do vocabulário e devem ser usadas sem distinção.

Mas a verdade é que  tanto faz o sexo ou a idade, ainda é mais elegante dar uma maneirada no palavrão.

Sugestão para a moça passadinha boca suja? Lá vai:”Puxa, ela não sabe dizer não?” 

É mais bacana não é? 

Licia Egger

Não é difícil ser gentil

Ando me perguntando se as pessoas estão mais gentis comigo ou sou eu que tenho sido mais gentil com as pessoas e, por isso tenho sido foco de muita gentileza. Tanto faz o que vem primeiro se é a minha gentileza ou a dos outros, mas o fato é que as coisas parece que andam melhor, nesse sentido.

Se me perguntarem o que é que eu tenho feito para merecer tanta consideração respondo facinho, dito mil vezes obrigado para quem faz alguma coisa boa para mim, para quem me sorri e para quem de alguma forma contribui para o meu dia ficar melhor.

Fácil não é?

Licia Egger

O que suas curtidas no Facebook dizem sobre você

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Artigo publicado no site da Exame.com

São Paulo – Quanto é possível saber sobre uma pessoa somente a partir de suas curtidas no Facebook? Um pesquisador se fez essa pergunta e criou um site, o Apply Magic Sauce, para mostrar.

Ao fazer login com sua conta da rede social, a ferramenta analisa suas curtidas. Depois disso, ela mostra uma porção de estimativas sobre a sua personalidade e comportamento — todas exibidas em porcentagens.

Entre esses dados estão estimativa de idade, posicionamento político, religioso e até nível de felicidade com a vida. Vale dizer que a ferramenta analisa somente as curtidas. A idade é uma estimativa baseada nisso – a idade real não é acessada pelo Apply Magic Sauce.

Um ponto negativo é que o Apply Mafic Sauce está disponível somente em inglês. Em testes feitos por EXAME.com, o site se mostrou bastante apurado. As estimativas foram bem feitas.

É claro que para algumas pessoas o sistema funciona melhor do que por outras. Na estimativa de idade, por exemplo, a ferramenta chegou a errar por apenas um ano – ou por mais.

O site foi criado por Michal Kosinski quando ele estava na Universidade de Cambridge. Hoje, Kosinski é professor assistente de comportamento organizacional na Escola de Negócios de Stanford.

Quem disse que somos sorridentes?

Artigo do site da Exame

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São Paulo – Os vendedores brasileiros estão carrancudos. Essa foi a conclusão de uma pesquisa que avaliou a qualidade do atendimento ao cliente em países do mundo todo. Segundo o estudo, o Brasil ficou em penúltimo lugar num ranking que mede a quantidade de atendimentos iniciados com um sorriso.

De todos os atendimentos avaliados no Brasil, 79% começaram com um sorriso do vendedor. O número está bem longe do alcançado pelos irlandeses, que lideram a lista com 97% de atendimentos sorridentes. De toda a lista, os brasileiros ficaram em 15º lugar, à frente apenas do Japão, que teve uma marca de 74%.

O estudo foi realizado pela companhia sueca Better Business World Wide, em parceria com a brasileira Shopper Experience, e analisou o atendimento em 69 países. Após compilar os dados, a companhia elaborou o ranking com 16 posições. A pesquisa foi realizada em 2014.

Para avaliar o atendimento, a pesquisa usou clientes secretos, ou seja, clientes que entram no estabelecimento também com o objetivo de avaliar os vendedores. No Brasil, 22 mil clientes secretos participaram.

Além da simpatia, a pesquisa avaliou o índice de vendas adicionais conquistadas pelos vendedores. E mais uma vez o Brasil ficou perto da lanterna. Enquanto a média dos países foi de 52% de vendas adicionais, por aqui o número ficou em 37%, mais uma vez à frente apenas do Japão. O campeão neste quesito foi Honduras, onde 97% dos atendimentos geraram compras adicionais.

Câmara dos Deputados cria dress code para as mulheres

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Brasília – Minissaias, decotes e roupas transparentes estão com seus dias contados na Câmara dos Deputados.

Após reclamação de deputadas, o primeiro-secretário da Mesa Diretora, Beto Mansur (PRB-SP), vai apresentar uma proposta para restringir o vestuário feminino.

O parlamentar disse que vai se inspirar no “dress code” exigido em repartições do Judiciário e da iniciativa privada para definir as regras de vestimenta do público feminino que circula pelas dependências da Casa.

Mansur explicou que o objetivo da medida será combater os “excessos” e defendeu que se crie uma regra mínima. “A gente vai procurar regular. As deputadas estão reclamando de que há abusos”, contou.

Uma das incomodadas com o estilo das mulheres que transitam pela Casa é a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), que já propôs à Mesa Diretora a exigência de roupas sociais e a proibição do uso de decotes ou saias mais ousadas.

“Às vezes você vê excessos, com vestimentas fora do padrão. Temos de ter uma certa liturgia na Casa”, concordou o deputado.

O primeiro-secretário disse que havia um padrão que deixou de ser respeitado nos últimos tempos. Por isso, vai buscar resoluções usadas fora do Parlamento para determinar a regra para roupa feminina na Câmara.

Hoje, a Casa não faz exigências para mulheres, mas aos homens impõe a dupla terno e gravata, principalmente no Salão Verde e no plenário.

Por se tratar de um tema polêmico, o deputado fará um estudo e apresentará uma proposta aos membros da Mesa Diretora. “Vamos chegar a um bom termo”, declarou.