O Natal chegou e agora?

 

106696_papel-de-parede-epoca-de-natal_1024x768Pessoalmente eu adoro o fim de ano e tudo que vem com a data. O que é enfeitado tem um ar de Alasca, apesar de ser verão, tem 13o. salário, comida que engorda, em geral bebida ruim, comemorações, presentes que nunca são o que se espera e muita pisada na bola com os colegas de trabalho.

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Esta é a melhor época para quem não tem freios na língua e na bebida se expor, para quem gosta de decote e saia curta exagerar, para as empresas jurarem que seus colaboradores são muito importantes para elas e para os chatos reclamarem de tudo. Na família as coisas não são muito diferentes, mas como é família em geral se perdoa os deslizes, afinal acontecem todos os anos.

Só para ajudar quem tem curiosidade sobre o que fazer com o amigo secreto, em como se comportar e vestir na festa de empresa e o que dar de presente para o amigo secreto, vou começar a dar dicas para evitar arranjar confusão caso vá participar de algum evento natalino de caráter profissional.

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1a. Dica: Nunca diga que acha um “saco” esta época do ano. Sempre tem alguém que é deslumbrado com o Alasca e o Papai Noel e um comentário como esse pode encher de ira um coração magoado.  No ambiente de trabalho ser politicamente correto é tudo de bom.

 

 

 

Brincadeira da gravata pode ser humilhante

Uma amiga querida, profissional de eventos me perguntou se seria correto recolher dinheiro numa festa de casamento sem usar os adesivos que informam o grau de contribuição dos convidados na brincadeira da gravata.

Para quem não sabe funciona assim, num determinado momento da festa é passada a gravata do noivo que vai sendo picotada e o pedacinho dado para cada um dos convidados a medida que estes contribuem com dinheiro para os noivos. 

311046_w640_h640_adesivo_5x5cm_casamentoEm troca o contribuinte ganha ou um adesivo ou um boton para exibir para todos os outros convivas seu grau de generosidade $$$$. Alguns deliram nesse momento, afinal é só uma brincadeira.

Pois é, mas o que a maioria esquece é que nem todas as pessoas têm a mesma disponibilidade financeira ou estão estão nessa vibe de achar graça em além de dar o presente, ter que comparecer com grana para não ganhar um adesivo no peito com os dizeres “Sou mão de vaca “. Pense bem se tiver a intenção de fazer essa brincadeira, dependendo da pessoa o adesivo “Tô duro ” ou “Dei pouco mas dei ” pode ser humilhante.kit-c-50-adesivos-hora-da-gravata-personalizados

 

Roupas de trabalho certas para o verão

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Este verão esqueça os decotes ou as saias curtas para ir trabalhar. Lembre-se que para ser vista como profissional competente é preciso também saber se vestir adequadamente.to-chic-2

Tem gente que quer mais do que você pode ou quer dar

Ultimamente ando pensando que tem gente que abusa o quanto pode da proximidade com o outro, quer atenção, cuidados especiais e a certeza de que é a única entre muitos que também merecem atenção. No ambiente de trabalho quando isso é mal administrado pode causar confusão, desentendimentos e uma ciumeira que nem sempre acaba bem.

Saber envolver as pessoas, fazer-se querido é mesmo uma arte para poucos, mas saber dar o espaço certo entre o relacionamento saudável e a invasão de privacidade é sempre uma linha tênue e difícil de ser demarcada.

Chefes que querem saber mais do que devem e colegas de trabalho invasivos  podem representar um perigo que não tem data para se manifestar. Seja como for, o melhor é manter sempre uma distância saudável e que permita o afastamento sem que pareça antipatia ou o início de uma briga.

Para manter a saúde nas parcerias profissionais é bom ficar antenado para não se meter em fria com gente mal resolvida ou grudenta.

O que não falar quando seu companheiro é promovido a prefeito ou executivo de ponta

 

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A entrevista da primeira dama Bia Dória além de triste deixa claro o que não se deve fazer quando o companheiro sobe de posto ou é eleito para algum cargo público. A  senhora dá um show de falta de conhecimento sobre muitos aspectos importantes da cidade em que mora, deixa clara a falta de delicadeza com as pessoas mais humildes, além de representar muito mal os mais favorecidos.

Uma pena que a Senhora Bia Dória tenha perdido essa grande oportunidade para ajudar o marido e se apresentar como uma aliada nos esforços para melhorar a vida dos paulistanos. Peninha, fiquei com vergonha alheia!

 

SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

09/10/2016 02h00
“Seu Eli, é a dona Bia. Dá para entrar em casa ou tem gente na frente?”. No volante de seu Porsche Cayenne, a futura primeira-dama de São Paulo ligava para casa aflita. Queria saber como avançava o protesto de ativistas que se deitaram no asfalto em frente à residência dos Doria na semana passada contra possíveis mudanças nas ciclovias.

Quarenta minutos antes, Bia, 56, que é artista plástica, deixara seu ateliê na Vila Nova Conceição, a três quilômetros de sua casa no Jardim Europa. Entrou no SUV preto fazendo o gesto de “acelera” do marido para os vizinhos.

Ela, aliás, não sai muito dos bairros onde vive e trabalha. Lugares como o Minhocão ou o Baixo Augusta estão fora de seu radar. “O Minhocão hoje para que serve? Quase nunca fui lá. É tipo um viaduto, né?”, pergunta a nova primeira-dama, que elogia os parques “lindos” de Sydney e as ciclovias de Cingapura —as de São Paulo ela acha perigosas demais e não se atreve a usar.

Também não se aventura pelo centro e desconhece a briga pela criação do parque Augusta, lembrando sua “boa relação com a Cyrela”, uma das construtoras donas do terreno. “Onde é isso? Não conheço. Imagina quem tem filhos no centro. Vão passear onde? Vou falar para o João que lá tem que ser parque.”

Ali perto, Bia só conhece a rua Avanhandava, que chama de “aquela vielinha tortinha onde fica a Famiglia Mancini”. Na visão dela, é o único lugar na cidade onde é possível “andar a pé, igual em Nova York”.

“Até com o trânsito eu me acostumei”, afirma, num sinal fechado. “Coloco o telefone aqui e vou respondendo WhatsApp. Olha como a vida é bela no Instagram”, diz, mostrando no iPhone branco a imagem de uma amiga rodeada de sacolas da Hermès, uma taça de champanhe na mão.

DENTES

“No Morumbi tem aquela favela, né? Paraisópolis. Ali é a Etiópia, mas eles respiram o mesmo ar, sentem o mesmo frio que a gente. Essa desigualdade tem que diminuir. Não adianta ter uma funcionária que chega no ateliê e tem problemas de nutrição.”

“Imagina como eu ficaria feliz se chegasse uma arrumadeira já sabendo fazer as coisas. Pouquíssimas delas sabem, a não ser as que já passaram por várias casas, mas aí elas vêm cheias de manias.”

Em seu ateliê, onde faz esculturas de madeira, mármore e bronze que pesam até 20 toneladas, Bia se orgulha de ter transformado a vida dos assistentes. “Todos moravam em barracos e nem tinham dentes. Consegui casa para todos eles, dei dentes para eles, dei um plano de saúde bom. Hoje eles se sentem felizes, até se acham artistas porque são meus assistentes.”

Bia, uma entre os 11 filhos de uma família que tinha uma fábrica de vassouras em Santa Catarina, também se diz próxima da população por causa de seu trabalho. Conta que tem contato direto com agricultores que cedem os troncos usados em suas obras.

“Sempre me senti uma Evita Perón, porque eu sou mais do povo, eu me sinto do povo”, diz a artista, casada há mais de duas décadas com o prefeito eleito e mãe de seus três filhos. “Eu me dou muito bem com pessoas mais humildes. Às vezes é só um aperto de mão, às vezes elas querem um abraço. É tão pouco o que elas querem.”

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Artista plástica, ela lamenta que São Paulo tenha acervos muito “pobres” e se surpreende ao saber a situação das instituições municipais, como o Museu da Cidade, que não tem espaço físico.

Mesmo a Bienal de São Paulo, a mais tradicional do mundo depois da de Veneza, desagradou Bia Doria. “Não gostei de nada lá. A gente está fazendo campanha para não ter pneu em casa por causa dos pernilongos, e os caras vão lá e põem pneu”, diz sobre a obra da portuguesa Carla Filipe, que criou uma horta com rodas de trator. “É que eu gosto de arte arte, telas e esculturas. Não gosto daquelas instalações muito modernas, qual é o nome disso mesmo?”

Nesse sentido, a coleção que acumulou ao lado do marido tem Di Cavalcanti, Portinari, as gordinhas de Botero e um generoso conjunto de telas de Romero Britto, que já retratou toda a família Doria e fez pelo menos cinco pinturas da primeira-dama.

“Tenho vários quadros dele”, diz Bia. “O que eu aprecio no Romero é essa versatilidade que ele teve de fazer um marketing em cima de seu trabalho. Aquela coisa colorida é uma felicidade para os olhos.”

Mas Bia não sente a mesma sintonia com artistas contemporâneos, em especial os que lideraram os gritos de “fora, Temer” na inauguração da Bienal agora em cartaz. “A gente está parado há dois anos e, se tirar o Temer, o país vai ficar parado mais dois anos. Esses artistas têm que ficar quietinhos e deixar o Temer trabalhar. O Brasil tem que andar agora.”

Ou, como quer seu marido, acelerar. Na família, Bia diz ser a única que tinha certeza de que Doria seria eleito já no primeiro turno. Apostou R$ 5.000 contra R$ 100 de um dos filhos, que achava que seu pai não se elegeria.

Na pele de primeira-dama, Bia sonha com uma cidade em que os parques e praças tenham mais esculturas, mas não as suas. “Isso não vai acontecer, porque o João é uma pessoa muito correta”, diz. “Se for para colocar esculturas, vão ser de outros artistas, porque senão seria… Como chama isso? Nepotismo?”

Sem ter abusado de seus contatos em Brasília, diz ela, Bia se orgulha de que obras suas estavam no Salão Negro da Câmara dos Deputados durante a votação do impeachment de Dilma Rousseff. Ficou feliz com o fato de as peças servirem muitas vezes de pano de fundo das reportagens na televisão.

Nesse ponto, tanto a saída de Dilma quanto a vitória de seu marido em São Paulo parecem ter sido um desfecho triunfal para a derrocada do PT que ela tanto desejou.

“Fiquei muito triste quando o Lula se elegeu. Até chorei no dia em que ele tomou posse porque tinha certeza que eles iam desfalcar todas as empresas como fizeram”, diz Bia. “Quando Eduardo Cunha levantou a hipótese de impeachment, dei graças a Deus. Não defendo o Cunha, mas ele tem atitude.”

MODERNOSO CASUAL

Bia também aprovou a troca do terno do marido pelo suéter apoiado sobre os ombros, que chama de estilo “modernoso casual”, e diz que ele é “perfeito, chique”.

Ela ainda não pensou no vestido que usará na posse, mas afirma que não vai destoar de seu estilo. “Eu me sinto poderosa porque me dou bem na favela e me sinto bem de salto alto num jantar chiquérrimo da sociedade com talher de prata. Se me der uma enxada, eu me saio muito bem. Se me der um salto alto, também me saio muito bem.”

Sinais com as mãos, palavras com duplo sentido e posturas são sinônimos de gafes certas

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George Bush filho levou a fama. Mas seu pai também cometeu sua dose de trapalhadas. Em 1992, durante uma visita a Austrália, o então presidente dos Estados Unidos decidiu responder um grupo de agricultores locais — eles protestavam contra subsídios governamentais dados a produtores americanos — com um simpático gesto de paz, erguendo os dedos indicador e do meio para cima. Acontece que, no calor do momento, Bush acabou virando a palma da mão para si mesmo, o que para os australianos equivale a um ruidoso vai-tomar-naquele-lugar-onde-o-sol-não-bate-nunca. Com tanta gente vinda de pontos tão distantes do planeta, a previsão de gafes é tão certa quanto a de medalhas olímpicas. Para entender e ser entendido nesta Babilônia, a Revista O GLOBO preparou uma cartilha bem-humorada de etiqueta.

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MÃO-BOBA: NEM O ‘JOINHA’ ESCAPA

Os mesmos dedos inocentes que complicaram a vida de George Bush na Austrália podem colocar você em maus lençóis em vários outros países. Reza a lenda que a ofensa surgiu na Guerra dos Cem Anos, período em que os franceses cortavam os dedos indicador e do meio dos arqueiros ingleses. Os que ainda tinham dedo para mostrar começaram a exibi-los em forma de “V”, com a palma da mão virada para si, para dizer: “Olha, ainda tenho os meus!”. O povo gostou e o xingamento perdura até hoje.

A seara dos impropérios gestuais é, na verdade, bem rica. Em muitos países, o inofensivo “joinha” e o igualmente imaculado “Estou torcendo” (com os dedos cruzados) podem mandar alguns interlocutores asiáticos e árabes para aquele lugar. O mesmo acontece no México, flexionando todos os dedos e virando a palma da mão para o interlocutor, rente ao peito. Aliás, por lá, esfregar o cotovelo também é chamar alguém de mesquinho.

Uma curiosidade é que o chifrinho feito com as mãos pelos amantes do rock foi disseminado pelo cantor Ronnie James Dio, ex-vocalista do Black Sabbath. Sua avó era italiana e, no país da macarronada, a invocação do chifrudo com os dedos indicador e mindinho equivale ao nosso bater na madeira.

O jornalista americano Seth Kugel, autor do canal do Youtube “Amigo gringo”, ensina há dois anos o gingado nova-iorquino para internautas brasileiros. Uma de suas apostas de gafe é o “OK”, feito com dedão e indicador em círculo e os outros três dedos para cima. No Brasil, como se sabe, isso pode não ser interpretado da maneira mais simpática possível ( na França, significa “zero” ou alguém ou algo insignificante).

— Uma coisa que vai dar confusão é o sinal de lotado dos taxistas (juntando todos os dedos para cima). Isso, para nós, não significa nada. Pior, parece um xingamento — ele prevê a tragédia, com uma gargalhada. — Minha dica sobre a melhor forma de lidar com o estrangeiro é continuar sendo brasileiro: simpáticos e fazendo piada.

LÍNGUA-SOLTA: DA PROPINA AO BURRO

Na República Checa (sem piadas!), toda bunda, seja ela grande ou pequena, tem o seu preço. E é comum exibi-las por aí. Antes que sejamos mal-interpretados, a palavra usada para designar as nádegas em português significa “jaqueta” por aquelas bandas. A lista de palavras que têm sentido dúbio é imensa. E as chances de cometer um deslize crescem na mesma proporção. Ficar com cara de interrogação quando um italiano chega dando tchau (“ciao” é usado antes e depois de uma conversa) é um clássico. Sem contar com a birra (cerveja, em italiano), o burro (manteiga, em italiano), a propina (gorjeta, em espanhol), o subir (sofrer, em francês), a pica ou a bicha (injeção e fila, em Portugal)…

Lembra da música “Conquista”, da dupla Claudinho e Buchecha (aquela que dizia: “Sabe churururu”)? Pois Buchecha nunca tinha reparado que cantava: “com você tudo fica blue”. Acontece que “blue”, em inglês, significa “triste” e não “feliz” ou “bem” como dizemos no Brasil. O cantor, que fez dezenas de shows nos Estados Unidos e no Japão, jura que ninguém nunca reparou no erro de semântica.

— Acho que não mudaria a letra, não! É licença poética — diz rindo. — Só tive problema uma vez, na Argentina. Estava fazendo cooper com o Claudinho e gritei: “Claudinho, vamos correr!”. Não sabia que significava fazer sexo. A menina da gravadora tampou minha boca e eu ainda repeti: “Ué, gente! Quero correr”. Às vezes, a gente paga o maior micão, crente que está abafando.

Para lidar com estrangeiros, a relações-públicas Nina Kauffmann sugere: a) evite falar de política e religião; b) para cumprimentar, só estenda a mão.

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REBOLANDO: O CORPO FALA

Cumprimentar um estrangeiro exige diplomacia digna do Itamaraty. Brasileiros abraçam, beijam, se tocam; russos dão selinho; franceses, dois beijinhos, mas não se abraçam; americanos se sentem mal com o excesso de intimidade — já houve até cartilha que pregasse 33 centímetros de distância entre interlocutores —; e japoneses não têm contato algum. A professora de chinês Ju Bao, que também ensina seus conterrâneos a se virarem na selva carioca, ressalta vários exemplos de como essa convivência pode ser confusa. Na China, não se chama pessoa mais velha pelo nome (nunca pergunte o nome do pai de um chinês), não se abre o presente na hora em que se recebe, não se racha a conta, não se pega um cartão com uma mão só. Mas é normal comer de boca aberta e conversar de cócoras. Ao elogiar um atleta chinês, saiba que: quando enaltecer uma característica nata (inteligência, por exemplo), ele irá agradecer. Mas se exaltar uma característica aprendida (falar bem inglês), ele sempre irá negar e responder algo como “ainda tenho um longo caminho para percorrer”.

Lícia Egger-Moellwald, professora de Cerimonial, Protocolo e Etiqueta da Universidade Anhembi Morumbi, lembra que dá para ter uma pista de como proceder tendo em mente que o mundo se divide em dois: os monocrônicos e os policrônicos. Para os primeiros (alemães, japoneses, americanos, por exemplo), a pontualidade é uma ciência — Lula foi criticado, em 2006, por atrasar um minuto em um encontro com a rainha Elizabeth II. O monocrônico é objetivo, não aceita ser interrompido e é pouco tolerante. Já os policrônicos (brasileiros, franceses e marroquinos, por exemplo) vão falar do futebol e do tempo antes de ir ao que interessa.

— A percepção do tempo muda. Mas tiramos as diferenças de letra.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/rio-2016/sinais-com-as-maos-palavras-com-duplo-sentido-posturas-sao-sinonimos-de-gafes-certas-19715689#ixzz4EfmSdiSV
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American Airlines um jeito simpático de fidelizar clientes

 

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Conquistar clientes nunca foi coisa fácil e nos dias de crise, sem muita grana no mercado, a operação fidelizar pessoas é para poucos. Mas, uma experiência pessoal, num vôo dos EUA para SP esta semana, mostrou que ganhar ou perder clientes é questão de detalhes.

Quem viaja sabe o quanto um vôo demorado pode ser entediante, mas uma equipe de comissários da American Airlines, ultrapassou o limite do convencional e inovou criando um concurso a bordo dos casais casados há mais tempo.

Não faltaram perguntas sobre o tempo de casados de todos a bordo e do segredo sobre a longevidade. Muita animação, mentiras e tentativas de trapaças, evitadas pelos outros passageiros, fizeram com que as últimas duas horas de vôo fossem para lá de engraçadas.

No final, além da premiação com uma garrafa de vinho para os três primeiros colocados, um agradecimento pessoal à todos que estavam a bordo, feito sem microfone, arrancou aplausos de todos os passageiros.

Quanto custou essa brincadeira, nada! Quanto rendeu para a companhia aèrea? Fidelizaçào de todos os que estavam a bordo!

Licia Egger

Recatada, Miss Bumbum ou Presidenta ?

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Não se trata de escolher o que se prefere, mas entender os modelos femininos que orbitam o cotidiano de Brasília e, que dão forma à como pode ser vista a mulher nos dias atuais.

A moça recatada, “só”mãe de família e bonita como a mulher de Temer, causa revolta. Para as feministas uma aberração a ser esconjurada e apagada da história. Tratada como agente de uma forma de devassidão a moça, acredito, nunca se imaginou tão questionada pela sua escolha singela.

A miss Bumbum e auto guindada à primeira dama, como ficou midiaticamente conhecida a mulher do atual ministro do turismo, é uma dessas versões playboyrianas de objeto de desejo de homens em qualquer idade. No sentido profissional, para o bem ou para o mal, pouco se pode falar da moça, que de ex vereadora foi a luta com seu derrière e levou nos EUA em 2013, o elogioso titulo de Miss Bumbum.

A presidente, figura icônica da mulher sozinha, com alguma causa maior que ela própria. Dura pelas exigências da luta para vencer barreiras, pouco afeta às seduções capitalistas da beleza e cheia de atitude.

Claro que existem outras, mas talvez por não serem “primeira damas “ou presidente não chamam a atenção.

Seja como for, com o que se tem no momento, entre o recato, o bumbum e a presidente só posso imaginar que o ideal para o posto de representante do feminino no Brasil, seria por as três num liquidificador para ter como resultado a Recabumdente ou Bumrecadente uma mistura de recato, corpão e….., sei lá você que leu é que complete a frase!

Licia Egger

Voltamos à Idade Média?

 

 

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Eu nunca havia visto ou ouvido falar em gente de bem que cospe em gente. Só em traidores como Judas que cuspiu em Cristo ou transgressores dos direitos humanos que usam desse expediente para humilhar no limite da razão,  suas vítimas.

Macall Polay

Quem assistiu ao episódio de Game of Thrones em que Cersei para se libertar foi obrigada a fazer a caminhada da vergonha, episódio baseado na vida real da alta Idade Média, entende o quão humilhante é o ato de cuspir em alguém.

Infelizmente, história e ficção passaram a pautar nosso cotidiano, para mostrar que se as pessoas não lapidarem seus instintos mais primitivos, ainda são capazes de cuspir uns nos outros, como nos casos vistos nos últimos dias.

Não há como, poupar críticas à Jean Wyllys e  José de Abreu, nem mesmo atenuar ou justificar o que é deplorável. Não há como não creditar à eles falta de civilidade, de razoabilidade e de educação mínima para o convívio social.

Mas fatos como esses servem de alerta para todos nós. Até para protestar contra o inimigo é necessário ser político e é imprescindível ser minimamente elegante. O tempo que nos separa de Games of Thrones é o da civilização e este, não dá para voltar para traz.

Licia Egger 

 

 

 

MasterChefe Brasil é péssimo exemplo de liderança

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Outro dia conversei com um querido professor de gastronomia sobre o MasterChefe, porque assisti alguns capítulos e fiquei chocada com a grosseria com que os participantes são tratados. 

Mesmo sabendo que se trata de um programa de TV não sei porque os participantes toleram tanta estupidez. Seja como for, meu amigo querido disse que esta tudo errado naquela cozinha. Gastronomia é coisa que se faz com o coração e com benevolência.

Numa cozinha de verdade, até em momentos de loucura pode-se ouvir uma ordem dura, mas não desrespeito. Para nós, que estamos sempre preocupados em como parecer melhor aos olhos de quem nos vê, é melhor deletar o programa.

Chefe tanto faz, se é de cozinha ou de qualquer outra coisa, é quem deve dar as diretrizes de comportamento e quem comanda o clima organizacional. Portanto clima bom ou ruim é do chefe a liderança.

Senão…acabamos como a nossa presidente e todos os que a cercam, um poço de estupidez e malcriação.

Pronto falei!

Licia Egger